Apenas uma resposta. E simples.
Obama pode estar perdido em suas política interna. E externa. Mas mal informado, certamente, ele não é.
Leitor, claro, do maior jornal do seu país, o New York Times, abriu a edição de algum dos sábados atrás (vejam um dos posts abaixo), sentado em sua poltrona como qualquer americano, e se deparou, em meio a toda a repercussão dos primeiros fatos e eventos na Líbia, com uma reportagem, na mesma editoria World, sobre aquela presidenta pioneira no maior clube do país do futebol.
Pioneiro presidente negro no maior dos países do planeta, é certo que, no momento do encontro entre ambos, em que Obama recebeu o Manto, houve ali, um quê de admiração mútua.
É uma pena que, tanto Obama, aqui, e Patrícia, no Flamengo, estejam transformando a doce expectativa da mudança (justamente por tal pioneirismo, também) numa profunda e amarga decepção.
E não adiantarão apenas a reforma da saúde ou o Ronaldinho Gaúcho para compensar o pouco ainda feito.
O povo espera muito mais de vocês.