
Dalton, o peruano

Dalton, o peruano
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Por Leonardo Lage – Yonkers (NY), ESTADOS UNIDOS
Nesta quinta-feira, 28 de maio, fiquei realmente feliz.
A convocação de Kleberson me pegou de surpresa, como a muitos. O cara esquentou o banco por quase dois anos – foi assim com Joel, Caio Jr. e até com Cuca no começo desta temporada.
Nesta quinta-feira, 28 de maio, fiquei realmente feliz.
A convocação de Kleberson me pegou de surpresa, como a muitos. O cara esquentou o banco por quase dois anos – foi assim com Joel, Caio Jr. e até com Cuca no começo desta temporada.
A julgar pela reação que teve ao saber da notícia, acho que nem ele mesmo esperava que ela acontecesse.
Depois dessa, voltei a acreditar que tudo é possível. Mesmo sendo pentacampeão mundial, Kleberson se sujeitou a ser preterido por jogadores tecnicamente inferiores a ele, como Jaílton, Sambueza, Cristian. Todos com histórico pífio comparado ao seu.

O 'penta' no penta
O fato de ter jogado uma Copa do Mundo como titular e ter tido uma carreira no exterior (mesmo que sem muito sucesso) por si só o credenciaria a reclamar uma vaga no time rubro-negro, além de mais atenção da midia e quem sabe até a braçadeira de capitão, especialmente após a aposentadoria de Fábio Luciano.
Mas não, ele treina como todos, corre mais do que muitos e se apresenta para o jogo mais do que todos.
É verdade que Kleberson demorou para se firmar na equipe titular por ter tido atuações irregulares. Segundo as estatísticas, ele errava muitos passes e chutava demais a gol sem direção.
Mas peraí: o cara que se apresenta para todas as bolas, o cara que pega mais na bola e tenta tabelas em direção ao gol, está sujeito a errar mais que os outros. É quem mais arrisca, é quem mais chuta no time. Jamais se omite.
Kleberson me fez acreditar de novo que o trabalho enobrece o homem. O cara é uma formiga, trabalha muito, sem estardalhaço, e merece colher os frutos.
Sua presença na Seleção, mesmo que no banco, fará bem a muitos: ao homem Kleberson; à instituição Flamengo; aos postulantes rubro-negros à Seleção (sera ainda Léo Moura e Juan?); e ao melhor jogador do Flamengo na temporada (Ibson).
Excelente notícia.
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Do fundo do meu coração rubro-negro: Obina não é e nem nunca foi melhor que Eto’o. Mas correu, sangrou, matou e morreu pelo time, foi humilhado pela mídia e foi exaltado por ela; foi odiado pela torcida e foi amado por ela.
Desejo a ele a melhor de todas as sortes no novo clube.
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Agora tentem me explicar essa ridícula declaração do Bruno.
“Se não chegar nenhuma proposta nessa janela, eu vou ficar aqui mesmo e me transformar num Rogério Ceni ou um Marcos.”
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Ainda tenho uma outra dúvida.
Na linha trabalho-humildade-excelentes perfomances dentro das quatro linhas, seria Ronaldo Angelim merecedor de uma vaga na Seleção?
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Por Thiago Gonçalves
de Braga (PORTUGAL)
Notícias hoje publicadas na imprensa portuguesa dão conta de que Íbson não acredita num novo empréstimo para o Flamengo. Alguns clubes são citados como interessados, entre eles alguns brasileiros, como Internacional, São Paulo e Cruzeiro. O Internacional é mesmo dado como o favorito para conseguir o jogador.
Não peço engenharias financeiras e muito menos loucuras para sua permanência, mas peço somente profissionalismo e seriedade nos próximos jogos. O contrato de empréstimo acaba dia 4 de Julho e nessa data terão ocorrido 8 rodadas do Campeonato Brasileiro. Sabendo da regra dos 6 jogos, eu espero que o Flamengo não ceda a interesses poupando-o de alguns jogos. Os contratos são para serem cumpridos e se o Flamengo fizer isso, além de não ajudar adversários diretos ainda estará facilitando a sua vida numa negociação com o Porto porque tendo menos três possíveis interessados, com certeza os portugueses terão que ser menos intransigentes.
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Por Thiago Gonçalves
de Braga (PORTUGAL)
Semana sem jogo do Flamengo à quarta-feira é sempre cheia de especulações. Já repararam que, tirando a negociação do Obina, essa semana ainda não teve uma notícia concreta? Ronda tudo a base de especulações: é o vem-não-vem do Pet, é o fica-não-fica do Íbson, possível punição do Aírton, Juan no Milan, Morais e agora Perea na Gávea. Além dessas todas, houve a notícia do patrocinador, mas foi um caso estranhamente pouco noticiado, talvez por não ter havido ainda nenhum anúncio oficial por parte do clube.
Essa notícia do patrocinador eu vou esperar sair o anúncio oficial, até porque pelo que vinha se falando e pelo que foi falado essa semana, parece-me que faltam-nos alguns milhões. Mas quanto aos jogadores, vou dar a minha opinião sobre cada caso:
PET:
Tornou-se um jogo político. Infelizmente, mais uma vez, fica clara a divisão que existe dentro do Flamengo: diferentes setores puxando cada um para seu lado e no fim das contas quem sai prejudicado é sempre o Flamengo. Continuo achando que desportivamente, o Pet já não tem lugar num clube com as ambições do Flamengo, mas se realmente a sua vinda for para diminuir a dívida que temos com ele e/ou se for algo vantajoso financeiramente para o clube, acho válido.
ÍBSON:
Sinceramente, eu não consigo formar uma opinião nesse caso. Sabe quando você pega um empréstimo bancário e paga 30% de juros sabendo que se fosse ao contrário o banco só pagaria uns 2% na tua poupança? É assim que me sinto. O Íbson hoje é importante no Flamengo, sem dúvida, mas 4 milhões de euros é um exagero. Nós o vendemos por muito menos para o Porto, ele não valorizou nada nesse período, ficou mais velho, perdeu mercado na Europa por causa da idade e porque já teve uma tentativa européia falhada e mesmo assim os portugueses tem a cara de pau de exigir um valor altíssimo por ele. Sei da importância do Íbson, mas sinto-me roubado.
AÍRTON:
Palhaçada. Aqui em Portugal os tribunais desportivos também tem esse poder de acusar um jogador com base nas imagens da TV, mas há uma diferença: aqui só pode se o juiz não tiver visto o lance. Se o juiz viu, marcou falta, deu amarelo, por que um tribunal vai denunciar? Esses procuradores sabem mais que o juiz de futebol? Não estou defendendo a atitude do Aírton e acho que isso é outro ponto. O que eu estou discutindo é o “poder” que esses tribunais têm no futebol hoje em dia.
JUAN:
Parece que o Leonardo está interessado nele. Se o valor se aproximar da multa rescisória, eu venderia. Além do aspecto tático, a saída de Juan e/ou Léo Moura significará um novo ciclo no Flamengo. Quase de certeza que quem virá pro seu lugar não vai, logo no início, suprir a sua ausência, mas eu prefiro um time que não tenha nenhum destaque individual e se destaque por um todo do que um time que joga em função de dois jogadores, que tornam-se estrelas por isso, mas o time como um todo não evolui.
MORAIS:
Sempre pareceu-me bom jogador, nada de excepcional, mas bom jogador. O problema é que parece-me “pipoqueiro” e quando assim é, dificilmente aguenta-se a panela de pressão da Gávea. Eu acho que dependendo dos valores dá pra pensar, mas pelos valores que se tem noticiado não há condições. O Vasco não quer a sua volta, o Corinthians quer despachá-lo e vai ser o Flamengo a ficar com ele e pagar caro por isso?
PEREA:
Essa eu nem quero acreditar. O kléber Leite já veio desmentir isso hoje, mas o que um dirigente fala não se pode confiar cegamente. Eu só sei é que trocar uma dívida de R$ 7Milhões por um jogador razoável, que parece estar com problemas físicos e tem alto salário seria um absurdo.
E vocês? O que pensam sobre esses assuntos de semana sem futebol?
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Como certamente será a tendência nos próximos meses, a segunda edição da Semana Mundo Flamengo está recheada de notícias que envolvem a expectativa pelo retorno de Adriano aos gramados: treinos, excesso de peso, dúvida na escalação…
IBSON
Mas o assunto que talvez mais preocupe os rubro-negros seja a (difícil) negociação pela permanência de Ibson. Sobre o tema, a mídia portuguesa, como “O Jogo” (PORTUGAL), deu destaque à resistência do Porto em novamente ceder o jogador por empréstimo. A diretoria portista quer vendê-lo e, segundo o diário, não parece disposta a confiar nos “escassos argumentos financeiros” do Flamengo.
Já A Bola (PORTUGAL) e o site Mais Futebol (PORTUGAL) ressaltam os esforços rubro-negros para convencer os portugueses. A Bola cita declaração de Márcio Braga: “Ele é filho do clube e não quer sair”.
ADRIANO
Os jornais estrangeiros fazem contagem regressiva pela estreia do Imperador. O Sky (ITÁLIA) , o Goal (INGLATERRA) e o Haber Aktuel (TURQUIA) noticiam o excesso de peso do jogador. Nesse assunto, a Gazzetta Dello Sport (ITÁLIA) comentou: “O novo Adriano pesa 105 quilos” e que o atacante entrará em campo apenas “em uma forma minima”.
Vários jornais abordaram Adriano e sua dieta, como o Nuestro Diário (Guatemala), o 24 horas (Portugal), o Jornal de Notícias (Portugal), o Jornal dos Desportos (Angola), o Il Giornale (Itália) e o Zaman (Turquia).
O site da ESPN (EUA) destaca a incerteza de Cuca em promover a estreia contra o Atlético-PR.
E ainda há quem aborde Adriano como alvo de fofocas pessoais – entrevistam a ex do craque, sobre a retirada da tatuagem que fez como o nome dele – como provoca a Gazzetta (ITÁLIA).
PETKOVIC
O (agora já não certo) retorno de Petkovic foi noticiado em todos os cantos do mundo, como o USA Today (EUA) e a Agência Terra España (ESPANHA). O China’s People Daily (CHINA), publicação de país onde Pet atuou em 2004, pelo Shanghai Shenhuan, destaca a polêmica que envolveu da negociação, ante o pagamento de uma dívida que vinculou o retorno do sérvio, aos 36 anos.
FIERRO
A insatisfação de Fierro no Flamengo e o possível retorno do meia ao Colo-Colo foi destaque na mídia chilena. O Terra Chile reproduz declaração exclusiva do jogador, que diz não estar “nada satisfeito” com sua situação no clube. “Em junho vamos ver o que acontece. Não quero ficar aqui”, disse Fierro.
O jogador admitiu ao SportsYa! que “o Colo-Colo é a primeira opção” e que o fato de ter atuado muito pouco pelo Flamengo o “marginalizou da seleção de (Marcelo) Bielsa”.
OUTROS TEMAS
A eliminação para o Internacional foi destaque em vários sites esportivos, como o da ESPN (Estados Unidos), que destaca o gol de Andrezinho no penúltimo minuto.
A saída de Obina para o Palmeiras é alvo de matérias internacionais como a da Agência Xinhua (CHINA) e do Diário Qué (ESPANHA) - este, se refere ao baiano como “um atacante em jejum”.
Já Arthuro, desconhecido atacante contratado pelo Flamengo junto ao Terek Gozny, da poderosa Chechênia (Rússia), é destaque no Pro Sport (ROMÊNIA). No artigo, o jogador é perguntado sobre o que achava de Dario Moreno, um meia colombiano que abandonou o Steaua de Bucareste, onde Arthuro atuou há dois anos. Eis que o nobre nos sai com essa:
“É um grande jogador, um dos melhores que atuaram na Romênia. Eu o espero no Flamengo. Temos Adriano aqui, comigo e com Dario faremos um grande time”.
Até a semana que vem.
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por Max Amaral – de Denver, CO (ESTADOS UNIDOS)
Todo mundo que vai para o exterior de mudança passa por um enorme estresse antes de deixar a pátria amada.
É romaria para se despedir de parentes, é correria para terminar de arrumar toda a papelada, é a loucura de vender o que se tem antes da viagem.
E tem a arrumação da mala.
Você junta todas as suas roupas, vê o que ainda vai servir, o que é melhor jogar fora, o que vai servir para aquele seu primo do interior.
Você decide comprar roupas novas. Roupas que você vai usar para procurar emprego, para passear na nova cidade, para se adaptar a um clima diferente. E roupas que vão servir para que você mate um pouco das saudades que vai sentir de Pindorama, ou que sirvam como um pronunciamento sobre de onde você vem e quem você é.
Eu comprei uma camisa da Seleção Brasileira.
Foi logo que lançaram o novo modelo azul, com os números amarelos, sabe qual é? Aquele que homenageia a conquista da Copa de 58. Comprei a dita cuja (cara pacas, não sei como minha mulher não vetou), coloquei na mala e… esqueci dela.

Um ano depois que me mudei, me dei conta de que não havia vestido a camisa nem uma única vez em toda a primeira fase da “nova vida”. E me dei conta também que não assisti a nenhum jogo da Seleção desde que estou aqui, não me lembro de ter procurado saber os resultados e não estou nem aí para as convocações.
Isso talvez sirva como base para uma discussão futura: estamos dando cada vez menos valor para a Seleção, não é mesmo?
Ela já não consegue nos emocionar tanto, uma convocação para ela já não é (há muito tempo) um atestado de que aqueles jogadores são os melhores brasileiros jogando futebol naquele momento. Negócios, Ricardo Teixeira, Dunga, tudo isso foi nos afastando do escrete canarinho.
Minha paixão, minha ligação com o Flamengo, pelo contrário, aumentou. Não me pergunte por que, mas eu acompanho mais o time hoje do que na época que morava no Brasil. Escrevo sobre ele, busco notícias, assisto aos jogos com uma assiduidade impressionante.
O que aconteceu, eu acho, é que eu adotei como manifesto sobre quem eu sou e de onde eu venho, a camisa do Flamengo (no caso, as camisas, já que tenho 3 diferentes).
E hoje, quando vai ser apresentada na reunião extraordinária do Conselho Deliberativo do Flamengo o novo Manto Sagrado, fico aqui pensando por que é que uma simples peça de roupa colorida tem tanta importância.
Não vou nunca chegar a uma conclusão, mas de uma coisa tenho certeza: Na primeira oportunidade que eu tiver para ir ao Brasil, uma das minhas missões mais importantes vai ser comprar a camisa nova. Eu sei de onde venho e quem eu sou, e ela vai dizer isso para todo mundo de uma maneira inquestionável.

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Por Paulo Lima, de Eastchester (NY), ESTADOS UNIDOS
Dizer o quê?
Apenas obrigado e boa sorte. Ninguém pode dizer que não honraste o Manto Sagrado.
Estou triste apenas por essa história não ter se encerrado de forma um pouco mais digna. Mas acredito que os últimos meses não apagarão os felizes e divertidos momentos proporcionados por esse carismático baiano.
E você, amigo do Mundo Flamengo? O que acha da saída de Obina e como crê que ele será lembrado na história do clube?
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Por Thiago Gonçalves
de Braga (PORTUGAL)
Voltamos às vitórias. Só isso já é motivo para que eu possa escrever esse texto com um sorriso a mais. Mas além disso, fiquei contente com a exibição do time. Eu sei que não fomos um time vistoso, mas fomos um time competitivo e são esses times os que ganham campeonatos.
Não sou defensor de time retranqueiro e continuo achando que falta ali um organizador no meio que carregue a bola e chame a responsabilidade pra si, mas fui só eu que achei que ontem o time foi mais solto quando tinha a bola nos pés? Não vi aquele futebolzinho de toques pros lados, não vi um meia direita que não se apresenta pro jogo, não vi um meia esquerda que pega na bola e pára completamente o seguimento do lance…
Éverton Silva está longe de ter a capacidade do Léo Moura, mas é esforçado, apresenta-se pro jogo, sabe das suas limitações e por isso corre o jogo todo. Claro que um jogador técnico e diferenciado é fundamental numa equipe, mas cada vez mais futebol é músculo, é força, é contato físico e ter aqueles jogadores no meio campo com espírito de luta e sacrifício é uma coisa fundamental pra termos um time competitivo.
Como já disse, gostei da atuação do time e destaco negativamente apenas 15 a 20 minutos iniciais no segundo tempo. Achei que durante o primeiro tempo fomos bem superiores, o gol era uma questão de tempo (apesar de muitas vezes ser assim e os 90 minutos não chegarem) e o mais justo era ter chegado o intervalo com o 1×0. Mas futebol é bola na rede e eles empataram antes do intervalo. No início do segundo tempo voltamos perdidos e o Santo André foi crescendo. Algumas falhas defensivas, intranquilidade no meio-campo, mas se na primeira parte sofremos o gol quando estávamos melhor, na segunda aconteceu o contrário. E o gol foi fundamental pra voltarmos à tranquilidade e se repararam foi mesmo um divisor no segundo tempo: antes do gol, Santo André melhor. Depois do gol, Flamengo de novo no comando do jogo.
Não poderia acabar essa análise sem falar no nosso artilheiro da temporada. Apesar de não me iludir e ter consciência da (não) qualidade do Josiel, o certo é que ontem valeu 3 pontos com os 2 gols. Podem dizer que só faz gol em time pequeno, mas mais da metade do Campeonato Brasileiro não é contra time pequeno? Cada vez mais me convenço que a vida dos atacantes é feita de fases e cabe ao treinador saber gerir as escalações de forma a que entre sempre o mais moralizado. Por isso que apesar de gostar muito do Cuca, sempre fui contra quando sacou-o do time quando o Josiel estava na sua melhor fase no Carioca. Quero deixar também uma nota ao profissionalismo que ele tem demonstrado porque não é qualquer um que sabe que não vai continuar no clube e mesmo assim se empenha, luta nos jogos e bem ou mal, vai fazendo o que pode.
Notas soltas:
- Bruno: aquele golpe de vista quase me mata do coração. Acoooooorda porra!!!!
- Aírton: adaptou-se muito bem à função de líbero. Grande sentido de colocação pra pouca idade que tem e se não fosse aquela lambança que ia fazendo por não jogar sério num lance, a atuação tinha sido excelente.
- Willians: como corre esse garoto…
- Íbson: assim como contra o Inter, gostei muito da sua atuação. Responsável pela verticalidade do futebol ofensivo.
- Obina: não dá mais. Pelas alegrias que ele já nos deu e pela figura que se tornou, não merece esse fim que está a ter. Negocia, libera, vende, faz qualquer coisa, mas pro bem do ser humano Obina e do Flamengo, não coloca mais ele pra jogar.
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O segundo jogo das Quartas-Final da Copa do Brasil será transmitido ao vivo, às 18:30 (Horário de Brasília), pelo PFC Internacional. Para saber os países que têm transmissão do PFC Internacional, clique aqui.
Para quem não tem acesso ao PFC Internacional e quer ver o jogo através da Internet, a partida será transmitida nos seguintes canais online:
Nota: O Mundo Flamengo não se responsabiliza por qualquer mudança nas transmissões dos canais indicados.
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por Max Amaral – de Denver, CO (ESTADOS UNIDOS)
Você sabe como funciona o campeonato de basquete da NBA?
Não é complicado:
Os 30 times são separados em duas “Conferências”, a Leste e a Oeste. Mesmo separados, todo mundo joga contra todo mundo, cada time fazendo 82 jogos na temporada regular.
Terminada essa fase é que o bicho pega de verdade: Os 8 melhores de cada conferência disputam os playoffs, em um sistema simples de chave (1o contra 8o, 2o contra 7o…), em uma melhor de 7 jogos. Os vencedores de cada Conferência, no final, disputam outra melhor de 7 jogos para saber quem é o campeão do ano.
Simples, não?
O problema é que, esse ano, já estava tudo preparado para a final entre o Cleveland Cavaliers e o Los Angeles Lakers. Desde antes do começo dos playoffs, comerciais na TV já mostravam os dois principais jogadores de cada time (LeBron James e Kobe Bryant), todo mundo já esperava o grande confronto, a festa já estava armada.
Só esqueceram de avisar aos adversários.
As duas séries-melhor-de-7 estão empatadas em 1 x 1, cada um dos favoritos perdeu um jogo em casa e vão jogar agora duas partidas fora. A imprensa esportiva está histérica, os torcedores não sabem o que pensar.
Bão, deixa eu fazer um paralelo agora:
Os Cleveland Cavaliers seriam o Internacional. Ou melhor, seriam o Internacional que a imprensa baba-ovo e a torcida gaúcha gostariam que ele fosse: um time praticamente perfeito, com os melhores jogadores do campeonato, um esquema tático irrepreensível e que atropela todo mundo em seu caminho inevitável ao título.
Os Los Angeles Lakers seriam o São Paulo. Um time que conhece o caminho do título mesmo quando não joga tão bem. Tem dinheiro e fama, pode contratar os jogadores que quiser, mas a torcida é aquela coisa: o estádio nunca está cheio no começo do jogo e o povo também sai antes dele acabar. Mas esteve em 29 finais nos últimos 49 anos (!!!), é o time da moda (com direito a Tom Cruise e Jack Nicholson em praticamente todos os jogos) e, ao contrário dos Bambis, têm jogado bem e bonito.
Orlando Magic, os adversários dos Cavaliers seriam, talvez, um Cruzeiro. Um time bem arrumado, é regular, está com o elenco e o esquema tático redondinhos, mas não tem aquela “cara” de finalista. Pode surpreender, está sempre na lista dos melhores, mas não é a primeira opção de ninguém.
E, finalmente, os adversários dos Lakers: os Denver Nuggets.
E vou me deter nos Nuggets por que quero fazer um paralelo com o Flamengo (você já estava achando que eu não iria falar do Fuderosão, né?!)
Minha primeira idéia era comparar o time do uniforme azul-calcinha com o Sport. Um time duro de ser batido em casa mas que nunca ganhou nada realmente importante – e se você falar do Brasileiro de 1987, é melhor parar de ler esse texto agora. Um time no qual, sinceramente, ninguém acreditava.
Mas em novembro de 2008, com o campeonato já em andamento, aconteceu um fenômeno interessantíssimo com os Nuggets: eles negociaram a “estrela” do time, Allen Iverson, por um jogador veterano, coincidentemente nascido aqui mesmo em Denver, Chauncey Billups.
Iverson é aquela coisa: um craque. Mas que só joga para si mesmo, e quando está a fim.
Billups é um líder. Imagine um Fábio Luciano mais rápido, mais inteligente e mais calmo.
Dizem que um jogador precisa de um tempo para se adaptar a um novo time. Billups precisou de 4 horas, que foi o tempo que durou o vôo de Detroit até Denver. Já chegou aqui e acertou o time inteiro, fortalecendo a defesa, arrumando o ataque. E dando caráter ao time. Com ele em quadra, os outros jogadores mostram uma vontade de vencer impressionante, sangue nos olhos o tempo todo. Não tem partida perdida, não tem jogada sem dividida.
O resultado é que os Nuggets chegaram aos playoffs, atropelaram os New Orleans Hornets (com direito à maior diferença de placar na história da NBA em um dos jogos), não tomaram conhecimento dos Dallas Mavericks (o Botafogo, cheio de chororô contra a “dureza” dos Nuggets) e, nas duas partidas que já fizeram contra os Lakers (em Los Angeles), jogaram de igual para igual contra os favoritos. Dominaram todo o primeiro jogo, perdendo por 2 pontos nos 30 segundos finais e, na quinta, venceram o segundo embate com autoridade.
Mas, no fim das contas, o que é que isso tudo tem a ver com o Flamengo, porra?!
O Flamengo hoje é um time desacreditado, embora ainda deva ser temido. Fala sério, ninguém nos coloca como favoritos reais ao Brasileirão. Nem nós.
Mas, como os jogos contra o Cruzeiro e Internacional mostraram, o time está quase lá. Falta alguma coisa, uma peça, um ajuste, e poderemos aspirar a vôos mais altos. Falta nos livrarmos de alguma estrela do time que mais nos prejudica do que ajuda, e falta entrar um jogador que ligue o time para sermos praticamente imbatíveis. Falta o nosso Billups.
Se vai ser o Adriano, o Arthuro, o Flamel, o Morais, o Petkovic ou o Zé das Couves que o Kleber Leite ainda vai contratar do Itapipoca, eu não sei. Mas estou rezando para ele chegar logo.
Eu não quero pensar nos Nuggets como o Sport. Quero que o Flamengo seja esse time surpreendente e que enche sua torcida de orgulho com a luta ensandecida até o último segundo.
A camisa do Flamengo merece isso.
(coluna originalmente publicada no blog da FlamengoNet: http://flamengonet.blogspot.com/)
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Por Thiago Gonçalves
de Braga (PORTUGAL)
Outro dia fiquei triste ao saber que dois dos mais importantes cantos da nossa torcida tem aos poucos caído no esquecimento: o MEEEENNNNGOOOOOO e o Conte Comigo Mengão.
Saí do Brasil há nove anos e em todas as lembranças que tenho do Maracanã constam esses dois gritos ecoando na memória. São dois cantos que fazem parte da nossa história e chega a ser um crime pensar que aos poucos estão sendo trocados por hits da moda que até tem letras bonitas, mas não assustam o adversário, não fazem com que o time se agigante. São bonitas para aparecer em matérias do Globo Esporte, mas não têm a pressão de um grito “simples” de MEEEENNNNGOOOOOO!!!
Deixo abaixo um vídeo na esperança que daqui há um tempo eu possa fazer um novo post, todo alegre da vida, porque a torcida resolveu voltar a usr esses cantos mais vezes nos jogos do Mengão.
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Por Leonardo Lage – de Yonkers (NY), ESTADOS UNIDOS
Sou romântico, sim, sou ingênuo, e estou de ressaca. Depois do banho de água fria da quarta-feira, vem a triste realidade. 
Não é porque fomos eliminados na Copa do Brasil que devemos julgar o trabalho atual da comissão técnica, ou mesmo da diretoria. Devemos fazê-lo, sim, pela sucessão de erros ao longo dos últimos 24 meses.
Com a arrancada brilhante de 2007, Dr. Joel Santana evoluiu o esquema de Seu Ney Franco, que por sua vez já havia adaptado o esquema de seu antecessor, Mr. Waldemar Lemos.
Foram três temporadas com pequenas variações no esquema tático.
No Brasileiro de 2008, Marcinho teve de deixar a Gávea antes de ser preso por um atropelamento na Favela da Rocinha , por agressões a prostitutas em BH, entre outras acusações.
Souza deixou o clube para seguir seu destino, por nao mais cumprir suas funções de centroavante. Renato Augusto, depois de seguidas contusões e mesmo sem se firmar como titular na temporada, teve seus direitos negociados e também abandonou o barco.
Além disso, Kleberson fraturou o ombro, Angelim teve problemas musculares e Tardelli partiu o braço em dois.
Joel, que aproveitou o esquema bolado por Ney Franco, acrescentou ao time a pegada de seus cães de guarda e suas técnicas de motivação bolísticas (presenciadas em vídeos do Fla-TV), deixou a Gávea um pouco antes do desmanche e das contusões.
Porém, deixou o time montado para Caio Júnior, que por sua vez, ao notar seus principais jogadores deixarem o time por contusão ou negociados, apelou à diretoria, que vendeu a alma ao diabo para contratar “babas” como Marcelinho Paraiba, Fierro, Everton e Sambueza.
Os resultados não foram o esperado, Caio seguiu seu caminho e a diretoria anunciou Cuca.
Cuca é o estereótipo de vice, azarado o que quase chega mas não chega.
Cuca é bom de papo, entende do rabisco, sabe montar um time mas manteve o esquema de seus antecessores, por que?
Leo, Ibson, Fábio Luciano, Juan, Bruno.. os donos do time, bons jogadores mas com moral demais.
Bons funcionários precisam de um bom supervisor, para renderem mais.
Jogadores pensam como jogador, o treinador pensa e tem de pensar mais amplamente.
Devido ao recente histórico de insucessos, grandes mudanças no esquema ou no time não seriam tolerados. Manter o que lá já estava foi o suficiente para, Deus sabe como, vencer o Estadual.
Chegamos às quartas-de-final da Copa do Brasil contra uma grande equipe, com quem empatamos. Depois, perdemos para os campeões mineiros e, em seguida, empatamos, em casa, com vencedores de Santa Catarina.
Acho que já deu.
Juan tem 25 ou 26 anos, não sei bem. Trata-se de um jovem homem, mas está em seu quarto ou quinto ano de profissional, já participou de jogos decisivos e sempre com ótimo rendimento.
Por isso mesmo, não admito sua falha individual contra o Inter. Toda sua história será posta em xeque por essa falha. O Brasil que já o aclamou como o melhor da posição e o botou na Seleção agora discute suas qualidades.
Na onda da novela das 8, BaJuan é o intocável, mas em minha opinião ele deve seguir seu destino. Em jogo como o de quarta, entendo que, ao perder uma bola ou errar um passe, mesmo com a cobertura você precisa ter um gás extra, precisa correr para retomá-la. Precisa se doar mais. Profissionalismo é isso também.
Na onda da displicência, também reparei que Ibson nao se doou o que que deveria, sei que ele pode mais. No time dos donos ontem, só libero das críticas relativas a esse tema o Léo Moura.
Não me sinto influenciado pela derrota , mas acho que é hora de mudar .
Talvez não tenhamos outro ala agudo como ele no elenco, ou mesmo no mercado. Mas podemos conseguir um lateral de 4-4-2 com variação de 4-3-3.
Aquela falta totalmente desnecessária cometida pelo Ibson e o golpe de vista do Bruno devem ser entendidos como sinais para um divisor de águas na Gávea.
Não podemos ser um time só de toque de bola ou altamente técnico. O FLAMENGO é raça e vibra e muita libra já pesou .
O Brasileiro é obrigação.
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por Max Amaral – de Denver, CO (ESTADOS UNIDOS)
Tá certo, eu sei que todo mundo está com o jogo contra o Internacional na cabeça, se há ou não uma crise real com a contratação do Petkovic, se a mãe do Juan… não, esquece o Juan.
Eu prefiro não pensar nesses assuntos agora.
Já estou suficientemente nervoso com a instabilidade do time, não consigo imaginar quando é que esse esquema tático vai se acertar, quando é que vamos ganhar algo de respeito, enfim, quando é que vamos ver o Flamengo ser o Flamengo que a gente sonha (e o pior é que acho que o time está quase lá, falta encaixar só alguma coisinha no ataque para deslanchar).
Mas não vou esquentar (mais) a minha cabeça com isso, agora.
Prefiro mudar de assunto e falar sobre outra e nossas desagradáveis preocupações: a falta de um patrocinador forte, que injete dinheiro lá na Gávea.
Se você acompanha as notícias que já foram publicadas, sabe que já se falou em Visa, Fiat, Nestlé, Esso, Banco Santander, Vigor, Bradesco, Oi e sei lá mais quantas empresas diferentes. Até a volta da Petrobrás já foi cogitada.
Algumas pessoas acham que o problema para se fechar um patrocínio possa estar na (tão decantada em prosa e verso) incompetência da diretoria rubro-negra, que estaria pedindo demais.
Sim, a princípio há uma forte dose de incompetência e falta de planejamento aí.
Mas há um outro fator atrasando o acerto: O calendário.
Deixa eu tentar explicar melhor. Acho que há 3 fatores que levariam uma empresa a investir no Flamengo – e com valores altos:
Se eu fosse, sei lá, diretor do Santander negociando patrocinar o Flamengo, eu não teria feito nada mesmo até o jogo de ontem.
Porque se o Flamengo tivesse vencido, teríamos passado pelo adversário teoricamente mais difícil – o que implicaria que o time teria enormes chances de estar na Libertadores do ano que vem.
Minha dúvida seria se eu investiria agora no Flamengo, torcendo para que ele vencesse a Copa do Brasil – e teria todo o retorno de mídia da audiência desses últimos jogos – ou se esperaria para ver se ele iria ou não ser o campeão.
Pensando como um possível patrocinador e não como um torcedor do time, se eu vou colocar o dinheiro da minha empresa em um time, os valores mudam se ele já está garantido para um campeonato importante daqui a um ano ou não.
Então, essa é a minha teoria. O Flamengo só estava esperando o jogo contra o Internacional para finalizar as negociações com um novo patrocinador. Podem me cobrar, não passa da semana que vem.
Depois da bisonha entrega de bola do Juan, e da falta desnecessária feita pelo Ibson no finalzinho do jogo, infelizmente, os valores vão ser menores do que deveriam.
Mas um dia essa casa vai estar arrumada, e não teremos só notícias chatas em uma quinta feira qualquer…
* http://www.flamengo.com.br/site_clube/estatisticas/PaperMarcaFlamengo.pdf
update:
eu não disse?
o site oficial do Flamengo acabou de publicar uma convocação para uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para a próxima terça feira.
Dentre os assuntos, destaco:
3. Aprovação do novo modelo de uniforme do time de futebol profissional com a nova empresa fornecedora de material esportivo.
4. Apreciar e votar a proposta de patrocínio dos uniformes do Clube de Regatas do Flamengo.
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O segundo jogo das Quartas-Final da Copa do Brasil será transmitido ao vivo, às 21:50 (Horário de Brasília), pelo PFC Internacional. Para saber os países que têm transmissão do PFC Internacional, clique aqui.
Para quem não tem acesso ao PFC Internacional e quer ver o jogo através da Internet, a partida será transmitida nos seguintes canais online:
Nota: O Mundo Flamengo não se responsabiliza por qualquer mudança nas transmissões dos canais indicados.
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O Mundo Flamengo tem o prazer de inaugurar a seção: “A Semana Mundo Flamengo”.
Trata-se de uma compilação semanal de notícias sobre o Mais Querido publicadas nos jornais (em versão eletrônica) e sites esportivos internacionais.
Com os textos, o internauta poderá conferir os assuntos sobre o Flamengo que mais repercutiram na imprensa mundial, além de mensurar a exposição do clube fora do território brasileiro.
Aproveite!
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A SEMANA MUNDO FLAMENGO – 14 A 20 de maio de 2009
É fato que a imprensa internacional voltou a fixar a atenção no Flamengo após o anúncio da contratação de Adriano. Sendo assim, jornais, revistas e sites de todo o mundo acompanham paripasso os preparativos do Imperador rumo a reestreia em seu clube de origem, especialmente após a conturbada saída da Internazionale.
A ESPN (Estados Unidos) destacou o jejum de gols do ataque rubro-negro e o veto de Cuca à precipitação da estreia de Adriano já na Copa do Brasil. O Diario Marca (Espanha),o Le Monde (França) , o China People’s Daily (China), o La Estrella (Panamá), o Télam (Argentina) e o El Observador (Venezuela) deram ênfase na atual capacidade física do craque (20%, dado informado pelo próprio atacante), projetando o retorno planejado pela diretoria (para o fim de maio, contra o Atlético-PR). Do periódico espanhol: “Sem dúvida, a recuperação de Adriano é uma grande notícia para seu novo clube, que está muito necessitado da capacidade goleadora de sua estrela, visto que [o time] não conseguiu marcar gol nas últimas três partidas”.
Curiosa foi a abordagem do tablóide 7sur7 (Bélgica), respondendo à pergunta: o que fez Adriano assinar com o Flamengo?: “O ex-jogador da Inter deu como razão o fato de querer se aproximar da musa do clube, Robertha Portella [NR: Musa do Flamengo no Brasileirão de 2007, pelo site GloboEsporte.com] . Ele não afirmou como faria a abordagem, mas vamos lhe dar um voto de confiança”. A mesma notícia circulou no Corrieri Dello Sport (Itália)
Da realidade ao sonho impossível: a mídia estrangeira comentou o suposto interesse rubro-negro em Ronaldinho Gaúcho. A declaração do presidente Delair Dumbrosck sobre o caso foi repercutida no Le Parisien (França) , no L’Ëquipe (França) e na Gazzetta Dello Sport (Itália). Os italianos chegaram a afirmar que “apesar do interesse de Corinthians e São Paulo em Gaúcho, o Flamengo está na pole position”. A Tuttosport (Itália) e o Il Tempo (Itália) também divulgaram o interesse, ressaltando a negativa de retorno por parte do irmão e empresário do craque, Roberto Assis.
Outros assuntos rubro-negros também mereceram lembrança dos veículos mundo afora.
- A ESPN Star (Estados Unidos) publicou material sobre a segunda partida das quartas-de-final da Copa do Brasil, mostrando a preocupação de Tite com o esquema entrosado do Flamengo, em vigor há três anos, e em especial com as investidas de Léo Moura e Juan pelas alas.
- O Diario Record (Portugal) replicou a entrevista de Ronaldo ao jornal O Globo, destacando no título da matéria a declaração de que o atacante “não traiu o Flamengo”.
A julgar por esta primeira rodada de notícias internacionais sobre o Flamengo, concluímos que Adriano ainda será alvo da maioria das matérias relacionadas sobre o clube que estão por vir. As atenções podem ser divididas com o anúncio de um novo reforço internacional, ou mesmo a negociação de um de nossos atletas com a Europa para a janela do meio do ano. Os gringos têm acompanhado até a evolução da equipe nos campeonatos nacionais.
Até a semana que vem, com mais um “Semana Mundo Flamengo”.
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