Há quase um ano e meio, acordei com um novo ideal. Em plena Nova York, capital do mundo, convocar a Nação-Rubro-Negra fora do Brasil e, juntos, construirmos uma verdadeira comunidade flamenga no exterior.
Uma missão a qual me sentia plenamente capaz de cumprir: pela internet, criar meios de unir os rubro-negros pelo planeta. Pretensão grande, mas não impossível. Se somos muitos no Brasil, e a comunidade brasileira no exterior cresce a cada dia, nosso potencial é grande. Por que não?
Então criei um blog, o Mundo Flamengo, uma ferramenta que, por meio de colunas e depoimentos de rubro-negros espalhados pela Terra (com colaboradores da Austrália, China, Portugal, EUA, por exemplo), serviria, inicialmente, de chamariz ao público-alvo. Mesmo sem divulgação, tivemos acessos razoavelmente bons. Satisfatórios.
Dezessete meses depois, o blog encerra as atividades. Há muitos fatores que levam a este destino (falta de tempo principalmente de minha parte, dificuldades de divulgação, entre outros). De toda forma, ainda que efêmero, consolidou entre os que passaram por lá o sentimento que nos une: um amor incondicional pelo Mais Querido, que se mistura com a saudade do país, da família, da infância … coisas que os imigrantes permanentes e provisórios sentem quando não tem mais o prazer de pensar que o Maraca é logo ali.
Além disso, creio ter trazido a tona demandas comuns, como o inconformismo da impossibilidade (infelizmente ainda existente) de não podermos ser sócios nem participar minimamente da vida do clube; as agruras para acompanhar o time no exterior (especialmente a Libertadores!); a extrema felicidade de ver um Manto Sagrado na rua …
Enfim, o Mundo Flamengo cumpriu seu papel. E foi pé-quente: nasceu em fevereiro de 2009, quando o time ia muito mal das pernas – acabávamos de ser eliminados pelo Resende na semifinal da Taça Guanabara. O time tinha uma zaga com Fábio Luciano bem cansado e Airton, na fase “matador”; os laterais – lembrem-se – contestadíssimos; Marcelinho Paraíba, de tão insolente que acabou forçando sua saída; e um ataque bem cardíaco: Zé Roberto, negação àquela altura, e Obina – este, melhor nem comentar. O banco era de chorar, a começar pelo técnico.
Agora, ao fim das atividades, em junho de 2010, fomos tri estaduais, conquistamos a hegemonia do Rio e nos sagramos hexacampeões brasileiros. Muita coisa em pouco tempo, muito pouco tempo.
O momento atual é tão desafiador quanto na época do nascimento do MF. Mais difícil por um lado, já que uma base parece se desmontar. Menos por outro, já que temos Zico no comando – e, ao menos, com um Estadual e principalmente um Brasileiro nas costas, que hão de ser lembrados por décadas.
O Mundo Flamengo morre, ou interrompe-se, como blog – quem sabe não retorna futuramente, sob outra perspectiva? (ele será mantido por lá, até segunda ordem) Mas, por ora, ele fica e espero que permaneça para sempre, como CONCEITO. Suas metas serão sistematicamente lembradas em minha coluna semanal, que passo a assinar no célebre FlamengoNet – onde também me darei o direito de pitacar sobre o que nos aflige, mesmo que apenas via TV, internet e outros meios distantes. O Mundo Flamengo já estava no Twitter e, agora, reforçarei este canal com os “mundoflamenguistas”.
Obrigado por tudo e a todos que contribuíram, se dedicaram, comentarem e passaram pelo espaço. Espero revê-los sempre em qualquer esquina deste mundo em vermelho e preto. E, claro, agora, semanalmente, sempre aqui no FlamengoNet.
SRN,
Paulo Caruso Lima / Nova York
@mundoflamengo
Pelo Mundo Flamengo – Sai o blog, fica o conceito
Postado em Uncategorized em 22 22UTC junho 22UTC 2010 por mundoflamengoSer esperto é reconhecer as limitações e delas extrair os diferenciais
Postado em Uncategorized em 6 06UTC maio 06UTC 2010 por mundoflamengoPaulo Lima. Eastchester (NY)
Ganhamos? Ganhamos!
Quartas-de-final, aí vamos nós. Quartas, já na quarta.
A postura: reservas contra o SPFC. Reservas? Sim.
Lombaevertonsilvaalvarofabricioalvimfernandotoroklebersonmichaelpetmezenga.
Não precisa de vírgulas. Podem chamar de time B, expressinho, reservas, menguinho, o que for. Vamos assumir que estamos priorizando a maior competição esportiva do continente, da qual já somos um dos oito melhores.
No mais, o SPFC virá de reservas. Também pagou seu preço no Paulista por querer a força máxima nas duas competições: padeceu no Estadual e sofreu, até mais do que o Flamengo, para avançar às quartas. Com Cléber Santana, Marcelinho Paulista e Washington no banco, há sentido escalarem os onze que jogaram anteontem?
Ou seja, na melhor das hipóteses, Rogério poupará não só os guerreiros que foram ao limite no Pacaembu de jogar no Maracanã possivelmente quente ao sol das 16h e de eventuais lesões. Também dará a chance desejada a candidatos ao “time principal”, como a dupla de zaga (que já esteve titular) e a quatro meio-campistas (Tpró, Pet, Kleberson e Michael) que, por muito ou algum tempo, nos últimos meses, também se protagonizaram entre os 11. Qual deles não vai querer jogar a “forra” contra La U?
Be smart, Roger.
Império, unido, jamais será vencido
Postado em Uncategorized em 4 04UTC maio 04UTC 2010 por mundoflamengoPaulo Lima, NY – especial para o Blog da FlamengoNet
Pode não parecer muita coisa. Mas foi sintomática a decisão de Adriano e Love de se juntarem para a entrevista coletiva antes do decisivo jogo contra o Corinthians.
Quer queiram ou não, os números não mentem: o Império do Amor é o que de melhor acontece no Flamengo de 2010. São 30 gols da dupla no ano: 13 de Adriano (em 14 jogos) e 17 de Love (em 21 jogos).
Podem-se discutir os métodos, a disciplina, os privilégios e as atitudes extracampo.
Mas fato é que o ataque rubro-negro tem funcionado, tem correspondido em campo e feito gols, mesmo com o time longe do padrão tático mostrado na campanha do hexa e com mudança de treinador na temporada.
E é isso que vai contar no jogo mais importante da temporada. Efetividade. Oportunismo. Vai ser uma partida muito tensa, muito complicada e, sinceramente, vai vencer que é mais valente. Quem é mais mortal. Não vai demorar muito para a tática dar lugar à guerra.
Na coletiva, o Império do Amor mostrou união, afinação no discurso, compenetração e seriedade. Todas as qualidades que queremos ver em campo. Juntos, acabaram se blindando de perguntas que envolvem as polêmicas que os circundam individualmente. Um dependerá do outro. Juntos, são muito mais fortes.
E é isso que esperamos que continue a acontecer em campo nesta quarta-feira.
O sonho de verão do carrasco dos Gambás na Libertadores-1991
Postado em Uncategorized em 26 26UTC abril 26UTC 2010 por mundoflamengoPaulo Lima. EASTCHESTER (NY), Estados Unidos
2005. Dia de festa em Nova Iguaçu. Lá eu escalado para cobrir a apresentação do novo craque da Baixada Fluminense. Edmundo estava de volta ao futebol, recepcionado por toda a nata da cidade, encabeçada pelo prefeito Lindberg Farias.
Em meio à toda confusão, o time de juniores do NI treinava com afinco em um dos campos secundários do moderno CT do Laranjinha. Com apito na boca, cabelos levemente grisalhos, o treinador dos moleques chamava a atenção pela compenetração e concentração que comandava a atividade naquele calor senegalês. Aproximei-me e o semblante era realmente familiar.
O auxiliar-técnico dos juniores do Nova Iguaçu era Rogério. Ainda sem Lourenço. Era o zagueiro baixinho que se destacava pela impulsão e pelas potentes cobranças de falta e que era um dos meus ídolos no início da década de 90. Não pude deixar de abordá-lo. Estava sumido do futebol, e queria saber de seu paradeiro. Me contou da falta de estímulo por conta das contusões. Falou-me também das expectativas para a carreira de técnico (lembro-me ter citado Carlinhos e Telê como referências) e do sonho: ser treinador do Flamengo proximamente.
Fui para a redação pensando nesse sonho do Rogério. (E como ele podia se concretizar logo, já que à frente de nosso banco de reservas tínhamos Julio Cesar Leal). Sempre gostei do caráter do zagueirão, da segurança que ele impunha à defesa (apesar de Junior Baiano), do rubro-negrismo do cara (um dos poucos a ter sobrevivido da diáspora promovida pelo ex-presidente Luiz Augusto Velloso) e dos gols decisivos (como aquele tirambaço que nos tirou do sufoco contra os reservas do São Paulo, nas semifinais do Brasileiro de 92.
E, um ano antes, um gol que hoje parece profético: Corinthians. Pacaembu. Libertadores (1991). Fla 2 a 0.
Boa sorte, comandante! Que seu sonho, agora realidade, ilumine todos os corações rubro-negros pelo mundo!
Carta aberta à MAGNÉTICA FUDEROSONA PICA MASTER
Postado em Uncategorized em 26 26UTC abril 26UTC 2010 por mundoflamengoA semana foi conturbada. Tivemos notícias de todos os naipes, e muitos estão contrariados com os acontecimentos.
Mas existe um fato que está acima disso tudo: o jogo de quarta.
Portanto, é hora de deixarmos de lado opiniões, raivas, melindres, descontentamento.
Urge a necessidade de sermos RubroNegros acima de tudo. É dever cívico. Obrigação.
É hora de INVADIR O MARACANÃ. Se o dia 6 de dezembro de 2009 foi o dia mais importante do ano, o dia 28 de abril será o primeiro dia mais importante de 2010.
É hora de meter a mão no bolso e comprar o ingresso. É hora de gritar mais alto, de fazer o Maraca tremer.
É hora de mostrar que estamos acima do bem e do mal.
A MAIOR TORCIDA DO MUNDO FAZ A DIFERENÇA.
E aí, já formou?
Estão nessa corrente os seguintes blogs e sites:
Acaba com eles Flamengo - http://www.acabacomelesflamengo.blogspot.com/
Um Rubro-Negro na Anã Paraguaia: Coluna do Lauro Melo (Adelaide-Austrália)
Postado em Uncategorized em 18 18UTC março 18UTC 2010 por Lauro Melo (Adelaide-Austrália)VAMOS FICAR NAS MANCHETES ATÉ O FINAL DO ANO!
Irmãos Flamenguistas,
Não adianta, galera, parece que o jogo foi ruim e o Mengão jogou mal mesmo! Digo parece porque não vi o jogo. Tava aqui no trabalho (lembrem do fuso, moro na Austrália) atolado de coisas pra fazer. Nem no computador acompanhando pela internet consegui ficar no primeiro tempo. Quando cheguei aqui, já tava 1 a 0 pra eles. Aí decidi fazer uma corrente positiva assistindo durante o almoço uns vídeos que a globo.com disponibilizou (“Jornalist chileno diz: Un. de Chile é o maior desafio do Fla” e “Libertadores de 1981 – Soto nega a Adílio pedra na mão”). Sempre bom ver notívias (atuais ou velhas) do Mengão. Até pra globo aliviar um pouco porque nos últimos dias foi só pressão no Mengão. Achei que seria um bom clima pra um empate ou até uma virada.
Infelizmente, aquela noite no Chile não era nossa. Acontece. Mas o time jogou malzão. Várias limitações. Isso pode acontecer mas não pode se repetir com freqüência, principalmente na Libertadores. Tá na hora do grupo se fechar de vez nesse objetivo. E treinando pra isso! Não gosto do massacre que foi feito essa semana com jogadores como o Love e o Adriano, mas também não dá pra dar motivo, principalmente não treinando e não mostrando vontade em campo. Agora vão começar as especulações pela imprensa, aposto. “Os problemas extra-campo (muitas vezes criados pela própria imprens) estão atrapalhando?”, “As regalias a alguns jogadores (essas criadas pela nossa diretoria e aceitas pela nossa comissão técnica) são prejudiciais?”, “Viajar no dia do jogo foi apropriado, ou foi menosprezar o jogo e o time adversário?”. Nessa última, não concordo. O jogo aconteceu em uma situação absolutamente atípica. O terremoto no Chile não foi dos mais comuns. Foi uma tragédia nacional, ainda recente. Situações extremas exigem atitudes extremas. Pode ter atrapalhado o desempenho de alguns jogadores? Pode, claro. Mas ia fazer o quê? Achei a atitude acertada. E essa derrota não é determinante pra gente na Libertadores. Os jogadores têm é que agora reconhecer que o Flamengo respeitou o receio deles em relação a ficar muito tempo no Chile. Agora que corram mais do que nunca nos próximos jogos no solo estável do Brasil! Mas sei que a imprensa vai explorar o assunto “só” mais um pouquinho…
Falando nisso, esse é o único lado bom dessa história pra nós, rubro-negros. Não sei como alguns torcedores de outros times podem dizer que o Mengão é o que é por causa do apoio da globo. Tudo bem querer fechar os olhos pra nossa imensa história pelo Brasil muito antes da globo surgir. Isso é de cada um. Mas e agora, vão dizer o quê? A globo tá fazendo tudo isso só pra fingir que não é flamenguista? Ah, qualé, a globo quer é verder mais jornal (ou mais cliques no site dela).
Vou sair de férias por duas semanas. Depois a gente vê o que rolou nesse tempo. Até porque vamos ficar nas manchetes até o final do ano, como sempre…
Saudações Rubro-Negras,
Lauro Melo
Flamengo em rede nacional nos Estados Unidos
Postado em Uncategorized em 17 17UTC março 17UTC 2010 por mundoflamengoE, enfim, o inesperado aconteceu!
Depois de ter anunciado a transmissão para o dia seguinte, às 11h, a Fox Esportes em Espanhol, emissora que detém os direitos de transmissão da Libertadores para o território norte-americano, decidiu voltar atrás e mostrar o jogo do Flamengo, hoje, em Santiago, ao vivo e a cores.
Isso pode significar que a grade anterior era apenas uma previsão e que ela, a partir de agora, poderá ser definida em razão das circunstâncias dos times brasileiros na competição.
Fato mesmo é que o hexacampeão brasileiro é o melhor time do país na competição, com 100% de aproveitamento. O Corinthians, talvez nosso grande “rival” em termos de transmissão, já não desfruta desta condição: jogará no mesmo dia e horário que o Mengão, e, mesmo com Ronaldo em campo, teve seu jogo contra o Cerro Porteño preterido.
Agora, com Adriano e Love (em Caracas isso não aconteceu), teremos nossa representatividade internacional em seu nível máximo. Espero que sigamos vencendo para não abrir brecha para surpresas desagradáveis.
(Chega de internet. Eu quero meu Flamengo na TV!)
O desejo e o sonho
Postado em Uncategorized em 11 11UTC março 11UTC 2010 por mundoflamengoCumprindo o que me propusera no início do ano, abandonarei a síndrome do rubro-negro-que-quer-sempre-mais e comentarei o jogo pelo jogo. E sem ler as outras opiniões.
PAULO LIMA. Eastchester (NY)
O Flamengo mostrou o espírito Libertadores.
Em primeiro lugar, discordo radicalmente de quem pode ter achado que o time não jogou bem. Fomos compenetrados, procurando explorar os erros rivais e esperando o momento certo para dar o bote. E foi o que aconteceu. Após os únicos 5 minutos do 1o tempo em que o Caracas nos dominou, conquistamos o pênalti. Gol de Love. Ufa.
Até acho que o Fla entrou relaxado na etapa final, deu espaços, levou bola no travessão em cobrança de falta e, por fim, padeceu com a discutível expulsão do Toró. Álvaro não vinha mal até tomarmos o empate, mas é injusto dizer que errou mais do que acertou. Ele e Fabrício se expuseram mais com um a menos, o que é natural.
A grande sacada do Andrade foi ter lançado o Angelim e sacado o brilhante mas já cansado Pet. O Herói do Hexa deu mais segurança à defesa, e mais: foi orientado a, mesmo compondo a linha de 3 zagueiros, adiantar a marcação, o que foi fundamental para não só evitar que os venezuelanos nos encurralassem, mas também levar o time à frente, e foi aí que o Penta, moroso até então, apareceu: 2 assistências para Love, 1 travessão e 1 gol. Alvim, grata surpresa, fechou a conta.
Agora, perguntem-me: o time foi taticamente maravilhoso? Apresentou um futebol cheio de alternativas e próximo do ideal? Todos renderam o que podem? Um triplo Não. Mas o mais valioso é que Andrade e time entenderam o espírito Libertadores, que passa por ler rapidamente o jogo durante seu transcurso e defender com frieza e atacar com inteligência. Entrar no jogo, do jeito que for, é mais muito mais importante do que pré-meticular as jogadinhas treinadas na semana. É saber inverter a lógica do time em horas adversas e manter ainda assim a sobriedade (como competentemente fez nosso treinador com as expulsões nos dois jogos, o que espero não se repetir para o bem dos nossos corações).
São pequenas receitas, difusamente conhecidas, para o triunfo na América.
xxxxxxxxxx
Para não dizer que não falei de flores, o futuro é domingo. Sempre. Mas meu domingo não será feliz se o sacrifício completo de vencer o Vasco (nosso destino, seja qual for a nossa condição) condene a atuação de quarta que vem, no Chile, onde uma vitória nos colocará na rota para a melhor campanha da primeira fase. E não vamos aqui dizer que decidir em casa não é importante só porque nas últimas edições fomos eliminados no Maracanã. É uma analogia esdrúxula.
A Taça Rio é importante? Muito, é o único caminho para o desejado tetra (mais desejado do que sonhado, diga-se). Vencer o rival é importante? Muito, muito mesmo, é o que nos move como torcedor (sacaneá-los na segunda-feira, ora pois).
Mas meu entendimento é que apenas os inteiros devem começar o clássico.
Diferentemente do que se faz muito no Brasil – quando o cara é poupado, fica de folga e muitas vezes nem assistir o jogo vai – eu relacionaria todos os atletas, mas guardaria para o 2o tempo aqueles que mais se extenuaram na Venezuela. É uma forma de conservar o respeito ao adversário, sem criar um clima de “time misto”, de menosprezo, de prioridade à Libertadores. É só Andrade não revelar o time que irá a campo. Quando menos se espera, pronto: Vágner Love, Alvaro, Léo Moura, Pet e Kleberson, por exemplo, são vistos esquentando o banco, e só usados caso necessário.
Além do que, a formação ante o Bacalhau serviria para moldar o time para o confronto de Coquimbo. Por exemplo, eu abriria mão do Toró e lançaria o Alvim, que entrou bem como segundo volante. Lançaria o Michael como opção na armação de jogadas. E Adriano? Bem, é o grande jogo do cara. Com todas as atenções em torno do Imperador, pouco vai repercutir se o nosso técnico decidir não lançar mão da força máxima.
Apenas como exercício, meu time para o clássico seria: Bruno (Marcelo Lomba), Everton Silva, Ronaldo Angelim, Fabrício e Juan; Williams, Rodrigo Alvim, Ramon e Michael; Vinicius Pacheco e Adriano. No banco, levaria Bruno (Lomba), Léo Moura, Alvaro, Maldonado, Kleberson, Pet e Love. Com esses 11 e os 7 titulares no banco, dá para dizer que estamos subestimando o Vasco?
De toda forma, acho que isso não vai acontecer. Apesar disso, vale a reflexão. Ambos são reais mas, no fim das contas, o tetra estadual é um desejo. O bi da Libertadores, um sonho.
Um Rubro-Negro na Anã Paraguaia: Coluna do Lauro Melo (Adelaide-Austrália)
Postado em Uncategorized em 11 11UTC março 11UTC 2010 por Lauro Melo (Adelaide-Austrália)MENGÃO É ISSO AÍ! 2
Irmãos Flamenguistas,
Resolvi usar esse título de novo pro texto de hoje porque me emocionei com uma notícia simples que vi antes do jogo da Libertadores. Digo simples porque pra gente, na nossa imensa torcida espalhada pelo mundo, isso é comum. Mas não deixa de ser motivo de orgulho pra todos nós, rubro-negros, toda vez que um novo exemplo aparece. Vejam só o depoimento do rubro-negro Hernan Barbosa (venezuelano filho de brasileiros):
“O principal é que vou ver o Flamengo e realizarei um sonho. O próximo será assistir a uma partida no Maracanã. Fico arrepiado só de ver pela internet as imagens da torcida no estádio.”
Não é esse o espírito do Mundo Flamengo? Aí fico lembrando de todas as notícias do Mengão que encheram páginas de jornais, blocos de telejornais e sites da internet nos últimos dias e decidi dizer de novo: “Mengão é isso aí!”. Não aquelas notícias. Somos uma nação (sem nacionalidade) espalhada pelo globo! E não escândalos e fofocas de imprensa. Lembremos sempre do Hernan. Eu já freqüentei muito a arquibancada do Maraca em dia de jogo do Mais Querido e agora fico como ele, só acompanhando de longe pelo internet…
Também concordo com o Paulo Lima no texto aí embaixo. Temos um time de respeito e administremos o ônus disso. Temos uma Libertadores pela frente e ontem ganhamos um jogo importante. Não pelo adversário mas por ser um jogo fora de casa e, principalmente, numa semana complicadíssima onde se tentou muito desestabilizar o grupo. Quanto à diretoria, houve erros e acertos na condução do problema. Acho que nada mais precisa ser dito, só jogado. O Mengão é um clube e um time de futebol pelo qual torcemos. Eu, o Heran Barbosa, você que está lendo (espero rs) e mais uns 32 milhões. Queremos emoções dentro de campo, e não em notícias. O ano começou já há algum tempo e é hora dos jogadores e da imprensa pararem de nos bombardear com assuntos extra-campo! Isso sem falar que essa semana ainda tem um Flamengo e Vasco. Sempre bom pra reanimar ânimos…
Saudações Rubro-Negras,
Lauro Melo
A Grande Maçã Rubro-Negra – Coluna de Paulo Lima (Eastchester,NY-EUA)
Postado em Uncategorized em 10 10UTC março 10UTC 2010 por mundoflamengoO respeito internacional e o saco de pancadas
(originalmente publicado no blog Mengão Sem Fronteiras, do site oficial do Flamengo)
“Caracas comemora desfalque de Adriano” – manchete do Globo Esporte.com
Noves fora os motivos da ausência do Imperador, já exaustivamente comentados pela imprensa e pela blogosfera, fato é que o Flamengo, depois de muito tempo, passa a ter referências internacionais – e de alto nível – em seu elenco.
Nas duas últimas participações rubro-negras na Libertadores (2007 e 2008), a equipe carecia de atletas cuja presença servisse de alerta máximo ao adversário, apenas por conta do renome mundial/continental e do passado de glórias. Eram jogadores não necessariamente com inexperiência sul-americana, mas principalmente sem “pedigree” em nível internacional.
O que quero dizer é que uma formação com Adriano e cia (acompanhado por Vágner Love, há não muito tempo frequente nas convocações; Léo Moura e Juan, com passagens recentes pela Seleção; Maldonado e Fierro, titulares da seleção chilena; Alvaro, Alvim e Ramon, com experiência internacional …) causa respeito antecipado que pode, quando de forma inteligente, ser bem explorado.
Melhor arcar com a responsabilidade de ser temido do que ser encarado como um time de ilustres desconhecidos pelos rivais.
Por outro lado, até sei que o futebol da Venezuela evoluiu nos últimos anos. Respeito é bom e eles gostam. Mas não sei porque, não consigo dissociar a seleção local da imagem de saco de pancadas nas Eliminatórias. Assim como os times locais. Na última vez que o Flamengo enfrentou um deles pela LIbertadores, fora de casa – Minerven (93) – o placar até que foi magro: 1 a 0, gol de Gaúcho. Mas o jogo em casa foi um massacre: 8 a 2, no Maracanã (com os impressionantes oito gols de jogadores diferentes: Morales(contra), Marcelinho, Gaúcho, Nélio, Gottardo, Marquinhos, Djalminha e Nilson) para um público de 4.402 pagantes (não sei porque não esqueci deste público). Me lembro da imagem de meu pai deitado nas velhas arquibancadas do Maraca (sem assentos), com o radinho de pilha num ouvido e tirando uma soneca sem igual…
Certamente teremos emoções mais fortes amanhã…
Um Rubro-Negro na Anã Paraguaia: Coluna do Lauro Melo (Adelaide-Austrália)
Postado em Uncategorized em 4 04UTC março 04UTC 2010 por Lauro Melo (Adelaide-Austrália)MENGAO PELO MUNDO
Irmãos Flamenguistas,
O meu relato sobre divulgar o Mengão (informalmente, claro) aqui na Austrália teve uma repercussão maneira. Essa semana tenho um outro exemplo disso, de como podemos divulgar o Mengão nos menores detalhes ou em algumas oportunidades específicas.
Um grande amigo do Rio hoje morando em Portugal aproveita o seu sucesso lá pra divulgar o Mengão. E sem forçação de barra. O cara trabalha com publicidade, fez um comercial maneiríssimo no intervalo de uma partida (o primeiro já feito no mundo) e ainda aproveitou pra se declarar (em português de Portual rsrsrs) um “adepto” do Flamengo! Maneiríssimo, não?
Desculpa aí a qualidade do arquivo mas não sou bom nessas coisas de computador… Quem quiser mandar outros exemplos de divulgação do Mengão pelo mundo, o espaço tá aberto!
No mais, como comentar de um jogo contra o Madureira numa semana com aniversário do Zico? Parece que o jogo foi ruim mas levamos os 3 pontos. Que mais um ano de vida do nosso Galinho tenha melhores partidas do Mengão. Ele merece! Acreditem em mim, já tive a felicidade de encontrar o cara e ele é a personificação do que o Flamengo tem de melhor!
Saudações Rubro-Negras,
Lauro Melo
Um Rubro-Negro na Anã Paraguaia: Coluna do Lauro Melo (Adelaide-Austrália)
Postado em Uncategorized em 25 25UTC fevereiro 25UTC 2010 por Lauro Melo (Adelaide-Austrália)MENGÃO É ISSO AÍ!
Irmãos Flamenguistas,
Hoje o texto é caótico e apaixonado, assim como o Mengão! Semana passada saí pra uma semaninha de férias logo depois do texto (e da eliminação pro Botafogo na Taça Guanabara). Aí fiquei toda a semana sem acessar a internet. Só voltei pro trabalho hoje (poucas antes da estréia na Libertadores) e já começa a avalanche de sentimentos! Eu nem sabia o que havia rolado no Flamengo ou mesmo quem havia ganha a TG. Ainda coberto pelas pendências dos dias foras, vejo o e-mail de um grande amigo rubro-negro pra um grupo de amigos também rubro-negros. Muito realista a visão dele sobre essa semana eliminação da TG e estréia da Libertadores. Claro que a estréia já passou (ganhamos a primeira!!!) mas o pensamento dele vale pra todo o ano. Vejam só:
“Não sei se vocês concordam, mas acho que o Flamengo está sendo cobrado um pouco demais. Acabamos de ser campeões brasileiros! Não vivíamos comentando que de nada vale o campeonato carioca, se quando chegássemos no brasileiro fossemos meros coadjuvantes. Então, finalmente somos hexa. Estou comemorando até hoje. São paulinos, palmeirenses, corinthianos, ficam constrangidos quando olham pro manto.
Perdemos pro Botafogo. Sim, perdemos! E daí? No ano passado perdemos pro Resende. E ainda acabamos campeões.
Que só sirva de lição. Não adianta a soberba, o salto alto e o já ganhou. Reclamam que o Botafogo jogou como time pequeno. E o que a gente tem que fazer quando joga com time pequeno? Furar a retranca e ganhar de 1 X 0. Quando jogam como time grande, fazemos igual contra o Fluminense 5 x 3.
Aí vai uma leve crítica ao Andrade. Contra o Olaria, quando o Flamengo fez 2 x 1, não caberia uma retranca e só explorar contra-ataques? O Flamengo não fez isso e acabou 3 x 3. Contra o Botafogo, quando estava 1 x 0 e o Botafogo não ameaçava. Não poderíamos ficar lá atrás e deixar o jogo terminar 1 x 0.
Não me entendam mal. Não estou defendendo o anti-jogo pregado pelo Murici. Gosto do time jogando pra frente tentando ganhar. Mas quando pegamos times pequenos que jogam retrancados devemos ter outra postura. Especialmente em um jogo decisivo.
Mas não cobraremos demais o time hexacampeão. O campeonato ainda não acabou. É só ganhar tudo no final. Igual ao ano passado. Tínhamos que ganhar três seguidas do Botafogo e ganhamos (com o botafoguense do Cuca no comando).
Agora é hora de pensar na Libertadores. E não vai ser fácil. Basta ver o Cruzeiro contra o Vélez. Tomou um show de bola e ainda levou porrada.
É isso amigos, vamos continuar torcendo”
O cara não tem razão? Alguns podem não concordar com tudo, mas o basicão é esse mesmo!
Depois disso fiquei sabendo que o Botafogo tá querendo ser tetra-vice (tomara!) e aí parti pra Libertadores. O primeiro baque foi que o jogo não começava… Aí que descobri que o horário de verão acabou no Brasil então o jogo começaria uma hora mais tarde aqui na Austrália. Bateu a dúvida porque nesse caso seria a hora do meu futebolzinho de quinta-feira no almoço. Mas a dúvida acabou quando vi que a enchurrada de trabalho pós-férias não me deixaria jogar o futebol semanal. Fiquei trabalhando e acompanho o jogo na internet. Depois não tive tempo de ler nada. Parece que foi um boa vitória, com direito a show do Léo Moura (?) e pênalti perdido do Love (pros palmeirenses verem que ele perde pênalti de verdade hehe).
Como eu disse, Mengão é isso aí! Semana que vem tem mais emoção!!!
Saudações Rubro-Negras,
Lauro Melo
Um erro e uma triste constatação
Postado em Uncategorized em 24 24UTC fevereiro 24UTC 2010 por mundoflamengoPor Paulo Lima, no blog Mengão Sem Fronteiras (site oficial do Flamengo)
Há algumas semanas, trouxe ao conhecimento do público rubro-negro, especialmente o que mora nos EUA, a feliz informação de que ao menos 4 jogos do Flamengo na primeira fase da Libertadores seriam transmitidos pela Fox Sports en Español, detentora dos direitos de transmissão da competição para esse país. Veja no blog do Mengão Sem Fronteiras.
Ledo engano.
Ingênuo, meu erro ocorreu por achar que a grade da emissora era global. A grade que vi era a do México, nação tão futebolística quanto a nossa. Não quero ter a pretensão ou a paciência de tentar entender os critérios, já que nós, brasileiros, aqui, somos minoria frente a mexicanos. No mais, o canal é comandado por argentinos, o que já explica a relegação dos times do Brasil a segundo plano sem a necessidade de pormenores.
Em suma, Fla x U. Católica, assim como os próximos 2 jogos da 1a fase, só serão vistos por aqui às 11h da manhã do dia seguinte. Foi o horário que nos deram. E pronto.
O drama, ao visto, não é nada recente, e nem exclusivo do Mais Querido. Amigos tricolores do RJ e SP, colorados e cruzeirenses têm bronca de só terem se livrado da internet nas boas campanhas entre 2005 e 2009 a partir das quartas-de-final. E olhe lá.
E pois é. Agora vamos virar reféns das instabilidades virtuais, vamos suplicar pela bondade e pela solidariedade flamenga por uma senha que nos permitirá uma qualidade de imagem mais razoável, sem muitos contratempos. Tal como se fazia há duas décadas, na era pré-PPV, quando a luta era por um sinal da parabólica que permitia pegar a Globo de outro estado que passava o jogo do Flamengo no Rio.
Em tempos de DVR, TV digital, transmissão pela internet, no celular, como é possível que a MAIORIA dos flamenguistas, que não reside no estado no Rio, fique sem poder ver o time na principal competição da temporada? O fenômeno, ao visto, não é só por aqui. Tem acontecido com rubro-negros fora do Rio, em situação relatada até pelo nossa Agência Fla .
A curto prazo, só vejo duas alternativas para uma solução.
1) Uma negociação das Organizações Globo, detentora do direito de transmissão para o Brasil, que estenda a emissão à internet. Imagina condicionar isso à adesão em massa da Nação Rubro-Negra ao Globo.com? Eles já têm feito isso para a Liga dos Campeões. Não custaria muito mais aplicar a mesma medida à Libertadores. E, de preferência, estender isso para fora do país. É um negócio da China.
2) Uma iniciativa, do Flamengo, em procurar a Conmebol para negociar a transmissão dos jogos via internet (FlaTV?). Ciente dessa dificuldade de acesso de 80% dos rubro-negros mundo afora, e com um plano de adesão bem costurado (se cobrassem até que fosse uns R$ 100, R$ 200/mês, valeria MUITO a pena para o torcedor desesperado – façam a conta quanto seria arrecadado se, por baixo, uns 10 mil rubro-negros aderissem), não só compensaria o valor a ser desembolsado, como também ajudaria os cofres do clube. Isso não tiraria o público da TV, já que essa está restringindo seu mercado. Pelo contrário: afastaria a galera dos Justins da vida, grande vilão das redes que pagam, e caro, para transmitir as partidas.
Seria muito difícil nós, rubro-negros exilados do Rio, nos mobilizarmos e tentarmos interceder a quem poderia resolver a questão? A lista que subscreveria a esse apelo certamente já é um mercado consumidor de alto potencial. Só não vê quem não quer.
Mande seu e-mail para mengaosemfronteiras@gmail.com e vamos tentar fazer alguma coisa por nosso direito de ter a alegria de ser – e ver – rubro-negro.
Um Rubro-Negro na Anã Paraguaia: Coluna do Lauro Melo (Adelaide-Austrália)
Postado em Uncategorized em 18 18UTC fevereiro 18UTC 2010 por Lauro Melo (Adelaide-Austrália)MUITOS SENTIMENTOS NUM SÓ DIA
Irmãos Flamenguistas,
Que dia confuso! Perder uma semi-final de Taça Guarabara pro Botafogo nunca é bom. Mas não é desesperador. Ano passado perdemos essa mesma partida pro Rezende e depois fomos tri campeões cariocas e ainda hexa brasileiros. Ainda tem o lado bom que o nosso time sempre precisa de uma chacoalhada pra voltar pros trilhos. Infelizmente, esse time padece do mal do deslumbramamento… Claro que a situação complicou. Ter obrigação de ganhar a Taça Rio em meio a Libertadores é complicado. Mas quem pulou carnaval que definitivamente comece o ano agora!
A parte confusa vem agora: que alegria! Calma que explico. A estréia do meu novo Manto Sagrado (o do Hexa!!!) em campos australianos! Explicando melhor, toda quinta-feira na hora do almoço eu jogo um futebolzinho com um pessoal. Até o ano passado, eu jogava com uma camisa da seleção porque eu não tinha coragem de jogar com o meu Manto que tem a assinatura do Galinho (esse eu não lavo nunca mais!). Até que chegou o Manto do Hexa! Na boa, é completamente diferente. Quando eu fazia um golzinho com a camisa seleção, até beijava o escudo e era legalzinho… Mas hoje, hoje foi diferente! O Manto tem outro peso! Até o fim do jogo (jogamos de 1 as 2 da tarde), eu estava em branco. Meio chatedo porque queria ter a sensação de fazer um gol com a camisa do Mengão. Mas, tudo bem, só de estreiar eu já tava satisfeito. Até que, no finzinho, saiu um gol meu! Que alegria! Beijei o escudo e me senti o Angelim em pleno Maraca fazendo o gol do Hexa!!! Só o Mais Querido pra nos trazer esse tipo de emoção! Vejam a felicidade (de quem ainda acredita no tetra carioca e também na Libertadores) do rubro-negro do outro lado do mundo:
Nota triste pra pensar – e completando o texto do Paulo Lima abaixo. Essa semana começou a estagiar aqui na empresa um estudante da França. Chamei ele pra ir na pelada e ele foi. Joga direitinho. Mas o importante mesmo é o que ele falou. Puxei papo sobre times (tava louco pra falar do Manto Sagrado) e perguntei do time dele na França (um lá totalmente sem importância perto do Mais Querido). Aí foi a deixa pra ele perguntar “e o seu?”. Já mandei “Flamengo!” beijando o escudo! Aí, claro, apresentei o nosso cartão de visita: “somos a maior torcida do mundo!”. Infelizmente, ele perguntou: “é mesmo? Maior até que a do Manchester United?” Péssimo… Com todo o respeito ao Manchester United, mas não dá nem pra comparar! Porém, analisando friamente, o Flamengo diminuiu muito em nível internacional nos últimos anos. Entretanto, podemos ter um recomeço em breve! Esses possíveis amistosos internacionais e a Libertadores tão aí pra isso! Não podemos deixar mais essa oportunidade internacional passar. Temos que voltar ao topo do mundo. Claro, não ganharemos Libertadores e Mundial todo ano, mas temos que ser um time conhecido internacionalmente sempre! Eu faço a minha parte aqui. Claro que completei pro francês dizendo que somos o time com maior número de títulos brasileiros. Quando eu disse 6, ele fez cara de que estranhou. Afinal, maior vencedor com apenas 6 títulos? Aí expliquei que campeonato brasileiro não é como italiano, espanhol ou inglês, onde dois ou três times se revezam. Vou encher o francês de fatos e estatísticas do Mengão até ele ir embora!
Saudações Rubro-Negras,
Lauro Melo
Do Mengão Sem Fronteiras: Vocação mundial, luz no fim do túnel
Postado em Uncategorized em 14 14UTC fevereiro 14UTC 2010 por mundoflamengoPor Paulo Lima, publicado originalmente no blog Mengão Sem Fronteiras, do site oficial do Flamengo.
Parece mesmo que eu pressentia. Alguns dias depois do hexa, há dois meses, eu dizia: para, de fato, ser o Maior do Mundo, o Flamengo precisa se mundializar, jogar fora da América do Sul. Quebrar a barreira do calendário e expor sua marca. Veja aí embaixo em três posts anteriores. Agora, com uma dupla de ataque conhecida e respeitada mundialmente, a vocação global rubro-negra não tem empecilhos para crescer.
E pois é: deu na Revista Veja que o Flamengo recebeu convite para jogar três amistosos na Europa, um deles provavelmente contra Milan e/ou Roma, durante a Copa do Mundo (http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/futebol/a-excursao-do-flamengo-pela-europa/) – exatamente no período que sugeri (“Há uma luz no fim do túnel. No ano que vem, serão quatro semanas de recesso. Todas as competições mundiais são interrompidas por causa da Copa. Ótima ocasião para a nova diretoria tentar uma temporada de treinos fora do País”‘). Respeito nosso CT, mas o Ninho do Urubu está nos quatro cantos do mundo.
Não acredito que haverá barreiras logísticas para que o clube não aceite. A CBF não deve impedir, já que não há competições suas durante o recesso. Mesmo se Adriano estiver na Copa, o time dele será um atrativo.
A nota da Veja fala em arrecadação de R$ 1 milhão para três jogos. Quer saber? O dinheiro não é o mais importante para este fim, tamanho é nosso atual ostracismo. Valeria a pena se só pagassem os custos.
Sorte dos rubro-negros exilados na Terra da Bota…que Copa, o quê!


